Portugal sai medalhado na Taça da Europa de Lançamentos

Lilliana Cá e Auriol Dongmo subiram ao pódio para receber o bronze e o ouro em Leiria, nas instalações do Estádio Municipal de Leiria e no Centro Nacional de Lançamentos.

No disco, o ouro ficou decidido no primeiro lançamento, com a italiana Daisy Osakue, a chegar aos 61,56 metros. No entanto, o pódio só ficou fechado no último lançamento realizado pela portuguesa Liliana Cá, que conquistou o bronze com 60,74 metros.

Ivanilda Lopes classificou-se no 9.º lugar no lançamento do disco de Sub-23 e no lançamento do martelo Sub-23, Mariana Pestana terminou na 15.ª posição.

Auriol Dongmo conquistou a medalha de ouro na Taça da Europa de Lançamentos que ficou marcada pelas más condições atmosféricas (vento e chuva).

A recordista portuguesa, líder mundial do ano, foi a única a superar os 19 metros na competição que venceu com a marca de 19,68 metros. De forma impressionante, Auriol Dongmo derrotou a campeã europeia Sub-23 de 2021, a neerlandesa Jessica Schilder (18,89) e voltou a impor-se à vice-campeão europeia em pista coberta em 2021, a sueca Fanny Roos (18,64).

Na mesma prova, destaque para a estreia de Jessica Inchude com um sexto lugar na geral dos dois grupos, com a marca de 17,02m.

No escalão Sub-23, no lançamento do peso, Débora Quaresma terminou em segundo lugar no Grupo B de competição, com a marca de 14,80 metros, muito próximo do seu recorde pessoal (14,90 m) obtido este ano em pista coberta.

O técnico nacional de lançamentos, Paulo Reis, fez o balanço final da prestação portuguesa: “Fomos quartos coletivamente, mas temos capacidade de fazer mais e sei que vamos chegar ao pódio. Claro que no que toca ao número de medalhas a prestação da nossa equipa foi positiva. No ano passado obtivemos a nossa melhor prestação de sempre, com quatro medalhas, e este ano poderíamos ter feito melhor. No entanto, é preciso destacar a medalha de ouro da Auriol Dongmo, conquistada em condições meteorológicas muito adversas; a medalha de prata do Leandro Ramos; e a medalha de bronze da Liliana Cá, que, é preciso referir, foi conquistada com muita luta, já que a atleta estava condicionada, com um problema na perna esquerda, pelo que o seu terceiro lugar foi um feito extraordinário. Agora é preciso corrigir o que não correu bem, vamos todos trabalhar em conjunto com os treinadores e sei que vamos conseguir fazer melhor.”

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